terça-feira, 21 de julho de 2009


Um grito surge meio a platéia
O susto se espalha
A vida é narrada pelo desconhecido
O cenário cheira a morte.

Um casal de tempos antigos
Por todos muito conhecidos
Duas famílias divididas
Por ódios que os céus não explicam.

Amores que profanam as tradições
Um beijo excede fronteiras
Um casamento na calada da noite
Dois corpos unidos em um.

A guerra das ruas
A briga e a morte
O amor e o ódio caminhando de mãos dadas
Corpos caem por solo.

Um corpo que se divide em dois
Dois caminhos para salvarem-se
O casamento se aproxima
A palidez ri-se da sorte.

Estratégias são montadas
Mensagens não entregues
Uma poção e uma droga
Dois corpos, um corpo
A vida se esvai.

Desejos lançados aos céus
O desconhecido narra o real
Mãos se encontram
E as cortinas não caem.
Por Ana Carolina Giorgion
Esta poesia dedico
A todos os atores
Da peça SACRIFICIO.

1 comentários:

Diogo disse...

Texto bem escrevido que transpassa um pouco de guerras, dramas e no final um amor que dura tudo isso!
gostei

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