quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

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Na aurora
Sinto os primeiros raios tocarem minha face
Rubro lembrando de tua boca
Teus cálidos lábios sobre os meus
Antevejo o desejo

No entardecer
O alaranjado do céu alcança minha visão
Lembro de tuas mãos ásperas
Arrepio ao lembrar de teu toque em minhas costas
Tuas unhas arranhando minha pele
Tremo de saudades

No por do sol
À primeira luz da lua ilumina minha alva face
Lembro de teu corpo protegendo meu corpo
Me aconchego em teus braços
Me entrego a teus lábios
E adormeço em teus braços

No frescor da madrugada
A brisa se cala e acordo ofegante e temerosa
Mas sinto seu corpo quente ao meu lado
Teus olhos a me fitar
E nossos corpos se unem.

Por Ana Aratfenien - 18/12/2013

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

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Com teu sorriso faceiro
Com teu olhar divertido
Com tuas palavras leves
Ganhaste meu carinho

Com tua presença amiga
Com teus conselhos valiosos
Com teu toque tímido
Ganhaste minha confiança

Com teu abraço apertado
Com tua voz cálida
Com tua face mística

Ganhaste meu fascínio.

Por Ana Aratfenien - 12/12/2013

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

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Se um dia me perguntarem
Porque você?
Digo que simples são as respostas
Tens mãos calejadas de árduo trabalho
Porem carinhosas e afáveis
Tens uma expressão forte que o tempo deu-te
Porém olhos doces e encantadores
Teu sorriso é cativante
Teus lábios inebriantes
Tens uma postura firme
Tens uma voz forte
Porém um abraço acalentador
Tens meu mundo em tuas mãos

Porém nem sabes o que tens.

Por Ana Aratfenien - 12/12/2013

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

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Olho através da janela
A grama verde reluz o sol
Cada gota de chuva traz um brilho especial
Traz uma historia diferente
Vidas que um dia se cruzaram
Destinos que se modificaram
Escuto o rumor das gotas pelo chão
Lágrimas que escorrem por amores perdidos
Risadas que ecoam por amigos encontrados
 A chuva é passageira e as gotas começam a cessar
Assim como muitas das vidas que trazem
O sol aparece e a água evapora
Assim como muitas histórias que se vão
Fecho minha janela
Sei que um dia minha história se dissipará.

Por Ana Aratfenien - 10/12/2013

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

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A água escorre por meu corpo
Quero afastar todos os questionamentos de meus pensamentos
Ouço diversas vozes
Será que falam de mim?
Tampo os ouvidos com as mãos
De nada adianta
As vozes estão em minha mente
Deixo a água escorrer por minha cabeça
Meus cabelos escorrem por meu rosto
O som da água batendo em meu cabelo faz um barulho diferente
Parece um furacão, uma tempestade
As vozes uma a uma se calam
Dão lugar a uma tormenta ruidosa e calma
Meus questionamentos são apagados por um minuto
Tento lembrar de uma voz amiga
Tento buscar na memória um rosto amigo
Quero encontrar um abraço amigo
Só assim este simples minuto poderá aumentar por alguns momentos.

Por Ana Aratfenien

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