domingo, 13 de setembro de 2009

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Na cor da primavera
Consegui ver um mundo novo
Mundo que me aguardava
Uma nova vida a ser aproveitada
Momentos que nunca esqueceria
Tudo era belo.

Na cor da primavera
Uma vida nasceu.

Na brisa do verão
Meu coração abrigou novos sentimentos
Tão puros como mares longínquos
Amores nunca encontrados
Descobertos em um dia.

Na brisa do verão
Um sentimento nasceu.

Num entardecer de outono
Um sentimento diferente
Uma dor que apertava
Um coração perfurado
Sangue escorria por entre minhas mãos
O motivo... eu não sei.

Num entardecer de outono
Uma dor nasceu.

No frio do inverno
Meu coração desfaleceu
Não tinha mais amores.
Não sentia mais a dor.
Nada mais me comovia
Minha vida já não era minha.

No frio do inverno.
Uma vida morreu.
Por Ana Carolina Giorgion

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Ao erguer os olhos para o céu
Nuvens de tormenta se formam
Um anúncio de tempestade
Momentos de desespero dominam meu corpo
Quero gritar, mas a voz morre na garganta.

No negrume do dia
Relâmpagos são a única luz
Em meu coração revolve uma mágoa
Minhas mãos, trêmulas
Não apóiam meu corpo
A solidão doma minha mente
E um amor é afastado.

Na tormenta das águas
Sonhos são exilados em mundos de demônios
O sangue escorre pela parede de meu quarto
Lembranças suicidas dominam meu peito.

A calma domina o mundo
O raiar de um novo dia
Anuncia o fim da tempestade
Meu corpo está leve
Minha mão afaga meu peito sangrento
Memórias passam em segundos
O amanhecer de um dia
No fim de minha vida.
Por Ana Carolina Giorgion

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A escuridão é dominante
Medos e temores se revelam
Vejo pessoas sem vida
Com lágrimas em suas pálidas faces
Você é uma delas
Não consigo lhe ajudar
Seu coração perfurado
Jorra Sangue.

Sentimentos entrelaçados
Sem saberem se distinguir
Uma única vela ilumina o caminho.

Nunca vi nada parecido
Não sinto nada em meu corpo
Meu coração sangra de dor
Por ver sua morte lenta
Não consigo suportar
Meu coração jaz destroçado
Implora por ajuda.

Duas vidas entrelaçadas
Sem conseguirem se dividir.
Um única lâmina destrói o caminho.

Meu maior medo
Agora é realizado
A diferença é o maior inimigo
Você está tão longe
Não consigo sentir.

A vida e a morte entrelaçadas
Sem saberem se distinguir.
Um único golpe e tudo acaba.
Por Ana Carolina Giorgion

sábado, 12 de setembro de 2009

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A depressão me dominou
Não havia saída
A luz não mais axiatia
Meus pulsos, já resgados, palpitavam
Meu corpo frio perdia o sangue.
Um vida em segundos
Um futuro em uma eternidade.
A vida não tinha mais sentido
O amor era uma ilusão
E a morte um sonho
Um mundo onde,
Desejos e tormentas se confundiam
Já estaria morta?
Provavelmente.
Son foram ouvidos
Um momento de ternura
Único de uma vida
Um luz se ascende.
Um longo túnel
Caminho nunca percorrido.
Um vida em segundos
Um futuro em uma eternidade.
Momento de renovação
Uma visão do desconhecido
Tormentas apagadas
Desejos realizados
Minha vida nascendo
De um passado apagado.
Um vida em segundos
Um futuro em uma eternidade.
Por Ana Carolina Giorgion

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Dor consumidora
Raiva que me afeta
Você não se importa?
Nunca se importou
Fui cega durante anos
Não percebi o que estava acontecendo.
Acabou. Tudo acabou!
Sua máscara caiu.
Seu espetáculo terminou.
Tentaram me avisar.
Mas eu não quis dar atenção.
Confiei em você
Amei você.
Mas tudo foi em vão.
Você não deu valor
Ao meu sentimento.
Espero que você um dia se arrependa
Do mal que me causou
E com sofrimento pague
Toda dor e sofrimento
A quem tanto te amou.
Acabou. Tudo acabou!
Sua máscara caiu.
Seu espetáculo terminou.
Por Ana Carolina Giorgion

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

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Primeiramente é um grande prazer tê-los aqui. Fico francamente agradecida com as visitas de todos.
Além de escritora, como alguns já sabem, também sou Design Gráfico. Então deixo aqui algumas de minhas artes.
Um grande Abraços.

Capa do livro Além do Azul do Céu

Capa do Livro Toques de Emoção

Capa da Antologia Folhas de Espantos

Capa da Antologia O Grimoire dos Vampiros

Montagem











sexta-feira, 14 de agosto de 2009

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INTENCIONES
Esta hora que no pasa. Ya es viernes y aún faltan dos horas para que yo pueda salir. Sólo consigo pensar en mi casa, en mi salón. Aquel sillón tan confortable, aquella estantería con la tele y con mi dvd. Podría ahora estar estirado en el mirando a una película y con una cerveza en la mano. Mejor, podría estar mirar al partido de fútbol. Mi equipo juega hoy. Y yo aquí.Este reloj esta me enojando. Falta una hora y media. Puedo sentir el olor de la cena que mi esposa esta preparando. Mi plato favorito, paella. Esto está me matando. Podría estar ahora sentado en una de las seis sillas de la ancha mesa del comedor. Podría estar cenando con mi querida esposa y con mis hijos. ¿Mis hijos? No, creo que no con ellos. Sólo con mi cariño. Podríamos estar solitos. Hace tiempo que eso no ocurre. Pero, ¿que podría hacer con mis hijos? Creo que no importaría a mi madre quedarse con ellos. Pero primer tengo que salir de este infierno.Estos punteros no caminan más. ¡Están arrastrándose! La voluntad que tengo es de romper, de despedazar este maldito reloj. Quiero salir de este sitio y falta una hora. ¡Qué rollo! Podría estar en mi habitación. Mi cama me llama. Oiga, ella me clama. Tengo que ir. Mi cuerpo está muy cansado, mi miente también. Tengo qué estirarme en ella. Tengo que descansar. Podría estar en mi cama leyendo aquel libro que no he terminado. La historia está tan interesante. No sé si fue aquella maligna mujer que mató a su esposo. Pero la única cosa que quiero asesinar ahora, es este reloj.¡Gracias a Dios! Faltan sólo cinco minutos. Voy a beber un vaso de agua y después me voy. Mira, es mi jefe. Pero... está viniendo para cá. ¿Cómo? ¿Quieres que yo haga hora extra? Pero tengo que ir a mi casa. ¿Tengo que me quedar? ¿El bono es bueno? No sé... ¿Será que me quedo?... Podría usar este dinero para comprar aquel zapato que mi cariño tanto quiere. Pero, ¿por cuantas horas? Sólo dos. Cierto, me quedo. No creo que dije eso. Ahora el único sillón que voy me estirar es esta silla incómoda. No creo. Una nueva pelea con el reloj. Y ahora tengo estas carpetas para pelear.¡Falta una hora! Estoy solito acá en mi oficina. No sé que puedo hacer para que el tiempo pase más rápido. Estas carpetas y este ordenador me ponen loco. Están en un complot contra mi. Bueno... Puedo oír música. Déjeme ver... No hay nadie acá… Creo que esta es buena. A sí es muy buena. Pero podría esta en mí casa oyendo mis discos. Podría estar en mi sofá oyendo a Carlos Gardel con una luz baja. Bailaría un rato con mi esposa y después... Bien... Creo que voy a pedir para dejar a nuestros hijos en la casa de mi madre. Cariño, estoy llamándote pues hoy me retrasaré un rato. En menos de una hora salgo de aquí. No, no es esto. Es que mi jefe me solicitó. No te preocupes. Quiero pedirte un favor, lleve los chicos a mi madre, hace tiempo que ello no se quedan con ella y yo quiero tener una charla contigo. No, no es nada. Cierto. Creo que en una hora y media llego. Te amo. Besos.¡Qué bueno! Sólo faltan cinco minutos. No voy a beber agua. Voy esperar aquí, en silencio. ¡Sólo cuatro! Voy a mi casa. Cenaré. Y voy a poner una música. ¡Sólo tres! Me ducharé. Me afeitaré y me poneré perfumado. ¡Sólo dos! Después bailaré con mi cariño y la besaré. ¡Sólo uno! Y... Ahora me voy.Que bueno que no tenia tránsito. La luz está prendida, creo que mi esposa ya llevó los chicos a mi mamá. ¡Hola cariño! ¿Cómo? ¿Quieres que te acompañe al mercado? Pero... Podremos charlar por el camino. Más... Después aún vas a la peluquería. Es que... Quieres aprovechar que no tienes que cuidar de los chicos. No era eso que pensaba en hacerlo. Pero si es lo que qieres, ¿qué puedo yo hablarte?
Por Ana Carolina Giorgion

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

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Prepare-se a viagem vai começar
Partimos em segundos
Mundos desconhecidos serão descobertos
Cidades lunáticas
De sistemas terrestres
Um mundo de vidas amaldiçoadas
Pela morte
Não tema
A morte é a libertação
Dos viventes
Corpos que caminham sem vida
Cuidado a morte pode lhe alcançar
Não brinque com isso
Ela não tem piedade dos vivos
Ela os deseja.
A embarcação voa
Entre nuvens de sonhos
Acordados por gritos
Um lugar de gritos silenciosos
Um desespero que todos sentem
Mas calam-se na multidão
Não tema
A morte é a libertação
Dos viventes
Gargantas cortadas pelo passado
Um lugar de meditação
Perante gargalhadas
E lágrimas de gelo
Que queimam como fogo
O fim está próximo
Você vê?
Todos navegam para lá
O fim da terra da morte
Está acabando
Mas ela nos espera
Com um sorriso mórbido
E uma gargalhada silenciosa.
Por Ana Carolina Giorgion

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O fino fio da consciência é rompido
O real e o imaginário se mesclam
Em um poço sem fundo
O bem e o mal perdem o sentido
Não existe mais realidade
Os atos são impensados
As personalidades trocam de lado
A multiplicidade se converte na unidade
A sensatez é perdida
E a vida se esvai pelo ralo do mundo.

Por Ana Carolina Giorgion

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A vida não é a mesma que antes
Busco significado em cada passo
Em cada ato
Mas nada faz sentido

Olho no espelho
Um rosto estranho me é apresentado
Tento encontrar semelhanças
Mas elas não aparecem

Levo a mão ao rosto
Delineio os arroxeados presentes
Gostaria de descobrir quem sou
Perguntas pululam em minha mente
E nenhuma resposta é apresentada

Lembranças que não são minhas
Apresentam-se como em um filme
Em minhas mãos a marca de um crime
E em seu pescoço a marca de meus dedos.
Por Ana Carolina Giorgion

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