sexta-feira, 7 de agosto de 2009


A vida não é a mesma que antes
Busco significado em cada passo
Em cada ato
Mas nada faz sentido

Olho no espelho
Um rosto estranho me é apresentado
Tento encontrar semelhanças
Mas elas não aparecem

Levo a mão ao rosto
Delineio os arroxeados presentes
Gostaria de descobrir quem sou
Perguntas pululam em minha mente
E nenhuma resposta é apresentada

Lembranças que não são minhas
Apresentam-se como em um filme
Em minhas mãos a marca de um crime
E em seu pescoço a marca de meus dedos.
Por Ana Carolina Giorgion

4 comentários:

Vera Celms disse...

UAU!!! BOM ISSO... BEIJOKAS...

Bárbara Campos disse...

O Carol, vc precisa urgentemente buscar algo para indentificar-te com. Esta angustia não é saudavel! (o poema esta ótimo)

Regina Giorgion disse...

abra a boca e grite bem alto pra pessoa certa, eu sei que gritar num poema é fácil porque não há medo de ser rejeitada, mas é preciso berrar e berrar muito cara a cara, mesmo que o resultado não seja o esperado, mas de qualquer forma voce se torna uma vitoriosa, por simplismente gritar, expor, fazer ouvir

beijos

bismarck disse...

oioioi amiga...meu eu nunca tinha lido seus poemas...muito bom...naum sou especialista...naum sei se os meus parabens vão valer alguma coisa...
outra, espero que essas palavras façam parte do seu estilo de escrita...naum quero saber que minha amiga sta sofrendo...
tchau tchau...até mais

FELICIDADES

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