Olá meus queridos amigos.
Já faz um bom tempo que não apareço por aqui com criações literárias. Peço desculpas a todos os meus seguidores e amigos, mas problemas me impediram.
Agradeço de coração a todos os comentários, elogios, apoio, enfim... Muito obrigada.
Farei o possível para postar novas criações em breve.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
terça-feira, 15 de junho de 2010
domingo, 16 de maio de 2010
O travesseiro já estava molhado depois de horas que as lágrimas escorriam, sem que eu conseguisse controlar. O silêncio tornara minha angústia maior. Não deixava que seu nome fosse embora de meus pensamentos. Os sonhos tentavam dominar-me, eu resistia. Queira esquecer, mas não podia. Tudo a minha volta lembrava você. Aquele perfume era presente em meu olfato. Seus olhos me observavam na escuridão.
Tudo estava
Penso em gritar até que meu “eu” verdadeiro desperte. Mas a única coisa que consigo gritar é “me ajude’.
Tudo se silencia. Porém ainda estou sonhando. Ainda estou nessa sala branca, ajoelhada no chão. Alguém me oferece ajuda. Vejo seu sorriso, como esquecer ele? Estendo-lhe a mão em resposta, mas você é arrastado de mim, para longe. E em um piscar de olhos me vejo em uma avenida. Muitos transitam por essa. Vejo um casal vindo em minha direção, vou pedir ajuda. Mas... é você, com outra mulher. Dou um passo para trás e esbarro em um outro casal, e é você novamente. Todos que transitam pela rua são você e uma mulher diferente a cada passo. Todos me ignoram, me esnobam, me esbarram. Eu não existo nesse mundo. No seu mundo. Sou apenas uma qualquer.
Mas estou em meus sonhos. Não nos seus. Isso é uma conspiração de minha mente contra mim. Tenho uma pugna interna, mas estou desarmada. Sei que perderei a batalha.
Fecho os olhos, e agora estou dentro de uma gaiola. Tudo está escuro. Tento diminuir o frio com meus braços. Um holoforte me descobre. Todos riem de mim, me chamam de tola. Tento me esconder, mas não consigo sair do lugar. Todos me olham com pena, mas gargalham de alegria. O momentos é arrepiante. Meu coração acelera.
Tudo passa por minha mente
Por Ana Aratfenien
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Dudas
Aún no sé que pasa en mi pecho
Las noches, las paso en claro
Dudas planean en el techo
De la soledad
Relleno los huecos enfermos
Con recuerdos de antaño
Imaginándote en otros brazos
Que las lágrimas me colman
Aún quiero comprenderte
Para saber quién soy
Nada más quiero buscar
Intento callar el silencio
O apenas llenarlo de ti.
Por Ana Aratfenien - A30/04/2010
En un ritmo frenético
Nuestros cuerpos se encuentran
Mis manos tocando las tuyas
Nuestros rostros pegados
No quieren se dividir
La música cautiva a nuestros pasos
Cada gesto, cada movimiento
Sigue el ritmo de un violín
Nuestras piernas se confunden
En el mismísimo espacio
Dos cuerpos se deshacen
El violín se mezcla a un piano
Una voz se junta al dúo
Al sonido de este tango
Nuestros mundos se ligan.
Por Ana Aratfenien - A30/04/2010

Sígo Buscándote
La noche déjame sola
Quiero tu compañía
Pero estás lejos de mí
Sigo buscándote
En mis pensamientos
La luna clarea mis líneas
El bolígrafo se desliza por la hoja
Imagino mi cuerpo en tus manos
Sigo buscándote
En mi piel
El silencio domina mi habitación
El latir de en mi pecho
Colma mi cama
Sigo buscándote
En mis oídos
Las recordaciones vienen a mis ojos
Miro tu sonrisa maliciosa
Cierro mis parpados
Sigo dejándome
En tus brazos.
Baile en la Lluvia
Cierro mis ojos
La lluvia cae en mi piel
Siento una sensación nueva
Un escalofrío camina por mis espaldas
El gotear en mi rostro
Lleva mis lágrimas al suelo
Los recuerdos en mi mente
Se disipan, se evaporan
Siento un calor extraño
Mi piel se calienta
Oigo una voz conocida
Palabras dominan mi juicio
Mis piernas ya aflojadas
Dejan mi cuerpo en brazos
En un baile sin música
Mis labios son domesticados
El pulsar de mi sangre
Llévame a otros mundos
Y tu misterio eleva mi alma.
Por Ana Aratfenien - A30/04/2010
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Vê em mim um crânio, o único que existe
Do qual, muito ao contrário de uma fronte viva,
Tudo aquilo que flui jamais é triste.” - Lord Byron
As inscrições para a Antologia LETRAS AOS CORVOS serão abertas no dia 15 de fevereiro de 2009 e encerradas no dia 15 de maio de 2010
Mais informações, entre em contato pelo email: literataantologias@yahoo.com.br - http://letrasaoscorvos.blogspot.com/
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
O bater constante em minha janela
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