sexta-feira, 30 de abril de 2010

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Dudas

Aún no sé que pasa en mi pecho

Las noches, las paso en claro

Dudas planean en el techo

De la soledad

Relleno los huecos enfermos

Con recuerdos de antaño

Imaginándote en otros brazos

Que las lágrimas me colman

Aún quiero comprenderte

Para saber quién soy

Nada más quiero buscar

Intento callar el silencio

O apenas llenarlo de ti.

Por Ana Aratfenien - A30/04/2010

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Tango

En un ritmo frenético

Nuestros cuerpos se encuentran

Mis manos tocando las tuyas

Nuestros rostros pegados

No quieren se dividir

La música cautiva a nuestros pasos

Cada gesto, cada movimiento

Sigue el ritmo de un violín

Nuestras piernas se confunden

En el mismísimo espacio

Dos cuerpos se deshacen

El violín se mezcla a un piano

Una voz se junta al dúo

Al sonido de este tango

Nuestros mundos se ligan.

Por Ana Aratfenien - A30/04/2010

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Sígo Buscándote

La noche déjame sola

Quiero tu compañía

Pero estás lejos de mí

Sigo buscándote

En mis pensamientos

La luna clarea mis líneas

El bolígrafo se desliza por la hoja

Imagino mi cuerpo en tus manos

Sigo buscándote

En mi piel

El silencio domina mi habitación

El latir de en mi pecho

Colma mi cama

Sigo buscándote

En mis oídos

Las recordaciones vienen a mis ojos

Miro tu sonrisa maliciosa

Cierro mis parpados

Sigo dejándome

En tus brazos.

Por Ana Aratfenien - A30/04/2010

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Baile en la Lluvia

Cierro mis ojos

La lluvia cae en mi piel

Siento una sensación nueva

Un escalofrío camina por mis espaldas

El gotear en mi rostro

Lleva mis lágrimas al suelo

Los recuerdos en mi mente

Se disipan, se evaporan

Siento un calor extraño

Mi piel se calienta

Oigo una voz conocida

Palabras dominan mi juicio

Mis piernas ya aflojadas

Dejan mi cuerpo en brazos

En un baile sin música

Mis labios son domesticados

El pulsar de mi sangre

Llévame a otros mundos

Y tu misterio eleva mi alma.

Por Ana Aratfenien - A30/04/2010

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

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“Não, não te assustes: não fugiu o meu espírito
Vê em mim um crânio, o único que existe
Do qual, muito ao contrário de uma fronte viva,
Tudo aquilo que flui jamais é triste.” - Lord Byron
A Editora Literata, e os organizadores Ana Carolina Giorgion e M. D. Amado, convidam você a participar dessa antologia de poesias, voltada aos sentimentos mais obscuros e depressivos do ser humano. A alma crua e bruta, vista pelos olhos negros dos poetas insanos e suas palavras malditas... Talvez, mal ditas..

As inscrições para a Antologia LETRAS AOS CORVOS serão abertas no dia 15 de fevereiro de 2009 e encerradas no dia 15 de maio de 2010

Mais informações, entre em contato pelo email: literataantologias@yahoo.com.br - http://letrasaoscorvos.blogspot.com/

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

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Triste é o fim
sem ao menos
ter tido começo.
Triste é a despedida
sem ao menos
ter tido chegada.
Triste é a saudade
sem ao menos
ter tido presença.
Triste é a morte
sem ao menos
ter tido vida.
Triste é a vida
sem ao menos
ter tido amor.
Por Ana Carolina Giorgion
31/01/2010 S.

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O peito grita
O ar se esvai
A voz se perde
Os olhos caem
A boca fecha
Os dentes trincam
O corpo treme
O amor nasce
A felicidade morre.
Por Ana Carolina Giorgion
31/01/2010 S.

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A mente gira
em um turbilhão
de ideias
O peito rasga
em um tornado
de emoções
O corpo treme
em um tufão
de lembranças
O ar some
em um furacão
de soluçoes
Os olhos fecham
em uma tempestade
de lágrimas
A vida se perde
por uma serena
decisão.


Por Ana Carolina Giorgion
31/01/2010 S.

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Choro de Anjos


As nuvens estão carregadas
Levam os pecados de cada coração
Gostas constantes caem do céu
Molhando cada coração imperfeito
Será que choram os Anjos?

Meus olhos fundos e vermelhos
Revelam a noite mau dormida
O bater constante em minha janela
Desenha seu rosto em minha memória
Será que choram os Anjos?

Minha mente vaga amargando meus momentos
Rosto me são trazidos
Seu rosto no centro de um tornado
E a chuva aumenta o compasso
Será que choram os Anjos?

Sentimentos já experimentados
Um gosto amargo me vem do coração
A tentativa de engolir o fel
lágrimas saltam de meus olhos
Será que choram os Anjos?

A caneta desliza no papel
Manchas de chuva borram as letras
O barulho não mais é ouvido
Mas a água forra o chão de meu quarto
O ritmo da caneta para ao silêncio dos Anjos.


Por Ana Carolina Giorgion
31/10/2010 S.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

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A Antologia Folhas de Espantos foi lançada no dia 29/11/2009. Agora está disponível a todos que desejarem ter uma boa leitura.Fico no aguardo do contato de todos para adquirirem seus exemplares.
Um grande abraço.
Ana Carolina Giorgion

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